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Boletim público • 13/03/2026

Boletim diário • 13/03/2026

O mercado global apresenta estabilidade mista, com futuros dos EUA em leve alta e bolsas europeias e asiáticas em queda. No Brasil, o Ibovespa teve forte queda, devolvendo ganhos e indicando viés negativo. O dólar subiu significativamente, mantendo viés de alta. Petrobras (PETR4) fechou em alta, mas a queda do petróleo pode impactar. Vale (VALE3) registrou queda, em correção de tendência de baixa.

#Estados Unidos#Europa

Leitura executiva

Síntese para decisão patrimonial

Boletim estruturado para orientar decisões táticas e monitoramento de risco com visão de curto prazo.

Balanço de sinais

Melhora: 1

Piora: 1

Neutro/Misto: 0

Diretriz operacional

Eventos entram com força no dia da publicação e reduzem impacto de forma linear até 90 dias.

Janela de score: +90 dias (decaimento contínuo).

Principais vetores do dia

#Estados Unidos

Melhora • relevância 0.73

#Europa

Piora • relevância 0.71

Leitura completa

Prezados, bom dia. Apresentamos a análise do mercado para o pregão desta sexta-feira, 13 de março, iniciando com o cenário internacional. O dia apresenta-se com relativa estabilidade. Os futuros nos Estados Unidos indicam uma leve alta de 0,1%, enquanto as bolsas europeias registram queda de 0,1%. Na Ásia, as bolsas encerraram em baixa: o Japão, com queda de 1,16%, e Hong Kong, com recuo de 0,98%. No mercado de commodities, o petróleo registra queda de 1,65%, cotado em torno de 97 dólares o barril, e o minério de ferro apresenta desvalorização de 0,87%, após uma semana de forte valorização. Observa-se, portanto, uma possível reversão de tendência no minério. O petróleo, por sua vez, mantém uma performance positiva na semana, com alta acumulada de aproximadamente 6,57%, tendo atingido 113 dólares e, no momento, cotado a 96,70 dólares. No cenário doméstico, o Ibovespa encerrou o pregão de ontem em queda, com recuo de 2,55%, fechando abaixo dos 180 mil pontos, em 179.284 pontos. O índice devolveu o ganho dos três pregões anteriores em um único dia, indicando um cenário com maior pressão vendedora e viés de baixa. A tendência permanece indefinida, mas com viés negativo. Tecnicamente, a tendência de baixa será confirmada se o Ibovespa permanecer abaixo de 177.636 pontos. Os níveis de suporte mais relevantes, em minha avaliação, situam-se em 177.636 pontos, 175 mil pontos e, posteriormente, entre 172 e 170 mil pontos. Para reverter o sinal negativo do pregão de ontem, o Ibovespa precisaria retornar acima de 185.714 pontos, ou seja, acima da faixa de 185.400 a 186 mil pontos. Em relação ao dólar, o pregão de ontem registrou alta significativa de 1,94%, fechando em 5,281. A tendência de curto prazo permanece indefinida, porém com viés de alta, pois o dólar superou as máximas dos pregões anteriores e a média de comportamento dos últimos 10 pregões. Isso sugere a possibilidade de retornar à faixa de 5,320 a 5,340. No setor de ações, a Petrobras apresentou alta de 0,45%, fechando em 45 reais. Para reverter a tendência de curto prazo, a ação precisaria retornar abaixo de 39,93, o que representaria uma queda de cerca de 11%. Os níveis de suporte mais importantes situam-se entre 42,90 e 42 reais. A ação ainda não apresenta sinais de baixa na atual tendência de alta, acumulando alta de 7,28% na semana. É importante ressaltar que a queda do petróleo hoje, de quase 2%, pode influenciar o desempenho da Petrobras no pregão. Na Vale (VALE3), o dia de ontem registrou queda de 0,76%, com fechamento em 79,24. A ação segue em processo de correção da tendência de baixa iniciada em 9 de março. Na semana, o papel acumula alta de 0,68% e pode testar a média de comportamento dos últimos 10 pregões, em torno de 81,80. Para reverter a tendência de baixa, a ação precisaria superar os 84 reais. No entanto, o cenário atual sugere um movimento mais fraco, com expectativa de testar níveis de preço mais baixos, como a região de 75 a 74 reais. Agradeço a atenção de todos. Desejo uma ótima sexta-feira e um excelente final de semana.

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